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Bidon Corretora de Seguros investe em público da classe C

Bidon Corretora de Seguros investe em público da classe C

Foto Divulgação Assessoria de Imprensa

Com o aumento da população brasileira na classe C cresce procura por serviços direcionados exclusivamente a esse público que representa 30% das vendas dos serviços da rede de franquias

Representando um público de 57,1% da população brasileira, cresce cada vez mais no país produtos e serviços direcionados a classe C. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV Social), com base em números do IBGE, em 2004 a classe C representava 39,7% da população, dez anos depois esse número saltou para 58,4%. Com isso, esse público passou a ter acesso a serviços e bens que até então era considerado de pessoas ricas, como por exemplo, carros e eletrodomésticos, além de gastos com passagem aérea. Esse público representa 31% do potencial de consumo, sendo que na faixa C1 a renda familiar média é de R$2.705, enquanto na faixa C2 a renda é de R$1.625.

Dessa forma, redes de franquias estão de olho nesse público e o quão vantajoso ele representa para o mercado. Henrique Mol, diretor executivo da Bidon Corretora de Seguros, rede com 130 franqueados pelo país, explica que a classe C representa hoje uma grande fatia do mercado consumidor no Brasil. “Ignorar o crescimento dessa classe é praticamente ignorar um mundo infinito de possibilidades de negócios e crescimento exponencial de acordo com o crescimento do público em questão. Desta forma, entendemos que investir nessa classe é indispensável e totalmente necessário, uma vez que buscamos atender a demanda de todos que nos procuram oferecendo a solução necessária para cada um, sendo da classe A, B ou C”, diz.

Por representarem 30% nas vendas dos serviços oferecidos pela Bidon, a empresa utiliza de forma considerável as grandes oportunidades que as companhias seguradoras estão lançando no mercado, que são os seguros populares que oferecem opções com coberturas e valores mais enxutos além de contar com formas de pagamento totalmente flexíveis a este público em específico.

Campeão de vendas

Preocupados cada vez mais com a própria segurança, o Seguro Automóvel não é somente procurado pelo público da classe C, mas como também de todas as classes sociais. Tanto é que este tipo de seguro representa 70% das vendas pelos franqueados da rede Bidon.

Mol conta que a rede percebeu que os brasileiros sentem a necessidade de protegerem seu patrimônio, o que faz com que busquem alternativas para se resguardar da crescente violência que assola todo o país.

“Embora seja uma classe com poder econômico bastante limitado, a classe C vem aprendendo a ter um uso eficiente de suas finanças, ou seja, eles estão a cada dia gastando seus rendimentos com produtos mais pertinentes ao seu dia a dia e segurança. Em algumas regiões do país fica praticamente indispensável que a população contrate algum tipo de seguro para se precaver de possíveis prejuízos financeiros, devido a isso podemos observar uma população de baixa renda se preocupando muito em contratar apólices de seguros residenciais, automotivos, vida, entre outros”, afirma.

Para se tornar diferenciada entre os demais concorrentes, a Bidon investe pesado em qualidade de atendimento e conhecimento técnico para que isso pese na decisão final do cliente.

Microfranquia barata e lucrativa

Para quem está pensando em investir nesse público e ter um negócio próprio, a Bidon Corretora de Seguros é uma ótima oportunidade, além de ser uma microfranquia com investimento inicial de apenas R$11.990,00, considerando taxa de franquia e capital de giro. Outro fato que chama atenção desse modelo de negócio é o faturamento bruto mensal de um franqueado que poderá chegar a R$ 50 mil, com lucro médio mensal de R$ 7.500,00. Enquanto o prazo de retorno do investimento está estimado entre 3 a 12 meses.

Até o momento, a Bidon Corretora de Seguros atua exclusivamente no sistema home office. “Optamos por esse modelo, devido a simplicidade do negócio e a necessidade de uma baixa infraestrutura – apenas computadores, internet e telefone”, conclui o diretor executivo da marca.